Marcelo afirmou que tentou levar o filho Marcelinho, 14 anos, para assistir ao clássico entre Brasil e Argentina, nesta quarta, no estádio Mangueirão, mas, segundo ele, o ingresso estava caro demais. O pintor desempregado vive de bicos e mora ao lado da mulher e quatro filhos em um barraco de madeira a 15 minutos do centro de Belém.
- Ele estava pensando em ir ao jogo, mas o ingresso, 90 reais, estava muito caro. Então eu disse, “Não vamos ao jogo, mas ao treino a gente vai” – disse.
No treino da Seleção, além de assistir aos jogadores ao lado do filho, que é fã de futebol e sonha em ser jogador, Marcelo teve a sorte de receber o presente de Neymar em meio a dezenas de pessoas que acompanhavam de perto a preparação dos atletas.
- Fomos lá perto da entrada do túnel, foi quando o Neymar estava fazendo embaixadinha e chutou a bola, que veio certinho no meu peito. Falaram em vender, mas acabei dando ao meu filho, que joga futebol – contou o desempregado.
No último domingo, um anúncio feito por um advogado de que Marcelo teria de deixar o assentamento onde mora por causa de uma ordem judicial o fez repensar no destino que daria ao presente.
Bola autografada por Neymar chegou às mãos do
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